Painel Farmacogenômico (Neuropsiquiatria)

A análise farmacogenômica permite uma abordagem personalizada no tratamento,
ajustando as terapias de acordo com o perfil genético individual. Isso não apenas otimiza a eficácia dos medicamentos, mas também minimiza o risco de efeitos adversos, contribuindo para uma medicina mais segura e eficaz.

 
Painel Farmacogenômico (Neuropsiquiatria))

Método de Análise
O painel farmacogenômico utiliza a genotipagem de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) por meio de array genômico, além da avaliação de variações no número de cópias (CNVs) do gene CYP2D6 por PCR em tempo real. Essa abordagem permite uma caracterização abrangente das variações genéticas que influenciam o metabolismo de medicamentos.

Valor de Referência
Os resultados obtidos serão acompanhados de um relatório interpretativo, que fornecerá uma visão clara e detalhada sobre as implicações clínicas dos dados genéticos. Valor de Referência. Os resultados obtidos serão acompanhados de um relatório interpretativo, que fornecerá uma visão clara e detalhada sobre as implicações clínicas dos dados genéticos.

Interpretação e Comentários

Os resultados são interpretados com base na combinação dos polimorfismos identificados, sugerindo o “status metabolizador” para cada uma das enzimas analisadas. Este status determina como os medicamentos são metabolizados e é classificado nas seguintes categorias:

• Metabolizador Normal
• Metabolizador Intermediário
• Metabolizador Lento
• Metabolizador Rápido
• Metabolizador Ultrarrápido

Com esses resultados, será apresentada uma lista das enzimas analisadas e os medicamentos que elas metabolizam, permitindo a personalização do tratamento.

Principais Medicamentos Analisados

O exame abrange uma gama de medicamentos frequentemente utilizados, incluindo:

• Antidepressivos e Ansiolíticos: amitriptilina, atomoxetina, citalopram, clomipramina, desipramina, desvenlafaxina, doxepina, duloxetina, escitalopram, fluoxetina, fluvoxamina, imipramina, nortriptilina, paroxetina, sertralina, trimipramina, venlafaxina, vilazodona, vortioxetina.
• Anticonvulsivantes: carbamazepina, oxcarbazepina, fenitoína.
• Antiplaquetários: clopidogrel.

Conclusão

A análise farmacogenômica permite uma abordagem personalizada no tratamento, ajustando as terapias de acordo com o perfil genético individual. Isso não apenas otimiza a eficácia dos medicamentos, mas também minimiza o risco de efeitos adversos, contribuindo para uma medicina mais segura e eficaz.

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